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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Em discurso, Dilma plagiou Denise Abreu, a pré-candidata ao Planalto que tira o sono da presidente

(Foto: Ella Durst)

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Papel carbono – Quando o ucho.info afirmou que a pré-candidatura de Denise Abreu à presidência da República começava a preocupar os atuais ocupantes do Palácio do Planalto, muitos pensaram se tratar de exagero deste site. O tempo está passando e a nossa afirmação começa a ganhar o contorno da confirmação. É fato que Denise Abreu não tem os mesmos recursos financeiros de alguém que está no poder central com a caneta na mão e gerenciando um orçamento estratosférico, mas o discurso da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é consistente e tem começo, meio e fim. Algo que Dilma nem de longe sabe o que é.
Contando com um marqueteiro que dá plantão ininterrupto no Palácio e chega a dizer como se deve governar, Dilma parece não confiar plenamente naquele que deve ser o responsável por sua campanha pela reeleição. João Santana, o marqueteiro escolhido por Lula para cuidar da passada campanha presidencial da gerentona inoperante, não está com a criatividade tão em alta quanto se fala nos bastidores da política nacional.
No pronunciamento de final de ano, que foi levado ao ar em cadeia de rádio e televisão, Dilma tentou mostrar aos brasileiros que o Brasil é o país de Alice, aquele das maravilhas. Na esteira de um discurso recheado de mentiras, a presidente, abusando do ufanismo, disse em determinado momento: “O Brasil será do tamanho que quisermos, do tamanho que o imaginemos. Se imaginarmos um país justo e grande e lutarmos por isso, assim o teremos”.
O Brasil que os brasileiros querem é muito maior do que aí está, paralisado e à beira da crise por conta da incompetência de um governo que abusa do populismo barato e dos efeitos especiais nas campanhas publicitárias. De nada adianta os brasileiros quererem um Brasil maior, porque Dilma e seus asseclas são desprovidos de competência para encarar tal tarefa. Se esse é o sonho maior da população, que o PT seja despejado do Palácio do Planalto por meio dos votos.
Independentemente desse discurso mentiroso e encomenda, Dilma acabou plagiando Denise Abreu, que em vídeo publicado muito antes do pronunciamento presidencial disse: “Queremos um país do tamanho dos impostos que pagamos, queremos um Brasil de primeiro mundo! Acredite no Brasil! Acredite em você!”
Sem esboçar qualquer dose de cerimônia, Dilma – ou talvez o palaciano que escreveu o discurso – copiou a expressão “do tamanho dos nossos impostos”, trocando “impostos” por “sonhos”. Tudo de forma acintosa, para continuar iludindo os brasileiros que têm pesadelos por causa da escorchante carga tributária, já na casa de R$ 1,7 trilhão, Sem que a devida contrapartida pelo menos dê sinal de vida.
Nove entre dez brasileiros pensantes sabem que Dilma apenas gerencia um governo cujo verdadeiro chefe é Lula, o lobista alcaguete. Mesmo assim, a presidente deveria ter o cuidado de não plagiar pessoas do mundo político que lhe causam arrepios, como é o caso de Denise Abreu. Se até mesmo para um assunto desse naipe a presidente é incapaz, o melhor é trocar de marqueteiro, porque João Santana pode estar fora do prazo de validade. 

 


2014: Brasileiros precisarão de otimismo e firmeza para enfrentar a inoperância do desgoverno do PT

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Cenário desanimador – É verdade que Dilma Vana Rousseff, a gerentona inoperante que foi transformada em presidente da República, tentou enganar os brasileiros acerca da realidade da nação em termos econômicos, mas nenhum discurso resiste à verdade dos números. A presidente disse, em sua mensagem de final de ano, que 2013 terminou melhor do que começou, mas tudo não passou de mais uma mentira que desceu a rampa do Palácio do Planalto.
Enquanto os palacianos tentam dourar a pílula, evitando que a realidade – dura, é bom lembrar – chegue ao conhecimento dos cidadãos, o mercado financeiro encerrou os negócios de 2013 com um dado que detona qualquer previsão ufanista do governo: o dólar, com alta de 15,5%, garantiu que os fundos cambiais fossem os investimentos mais rentáveis do ano que se despediu. Quando o capital especulativo alcança o status de melhor investimento em um país, por certo algo de muito errado há na condução da economia. Isso mostra a incapacidade do governo de investir a parte que lhe cabe no sempre astronômico orçamento federal.
Neste ano que acaba de começar, a situação do País tende a piorar por inúmeras razões. A primeira delas, velha conhecida de muitos, é a persistente incompetência dos integrantes de um governo que se alimenta na fonte do ufanismo. Na sequência surge a recuperação de muitas economias ao redor do planeta, começando pela dos Estados Unidos, o que deve provocar efeitos colaterais no cenário nacional. Em seguida tem-se o fato de que 2014 é considerado um ano perdido por causa de eventos como Carnaval, Copa do Mundo e eleições.
Como a história mostra que o Brasil só começa a funcionar de fato após o Carnaval, que ninguém se anime nos dois primeiros meses do ano, pois a folia momesca começará no dia 1º de março, um sábado. Considerando que essa louca Terra de Macunaíma é a versão tropical do país de Alice e que por aqui ninguém é de ferro, labuta de verdade somente no dia 10 de março, uma segunda-feira. Afinal, é preciso se desvencilhar da ressaca e da preguiça carnavalesca, além de guardar as fantasias no armário.
Dois meses depois, quando País estiver com o motor aquecido e pronto para deslanchar, surge a Copa do Mundo, que começa em 12 de junho e termina um mês depois. Como julho é um mês de férias, o Brasil só retomará o ritmo em agosto. Mesmo assim, dois meses depois teremos uma nova parada por causa das eleições. Se a disputa pela presidência for para o segundo turno, o Brasil só retomará a normalidade depois do feriado de Finados, em novembro. Mais quatro semanas e entraremos no período natalino. Ou seja, o negócio é torcer para que 2015 seja um ano excepcional.
Apesar do cenário desanimador, Dilma prefere acionar o estoque de mentiras e afirmar que 2014 será um ano diferente e melhor. A economia continua cambaleante, sempre açoitada pelo fantasma da inflação, que na seara da realidade já alcançou a incrível marca de 20% ao ano, para ser conservador, mas os palacianos insistem em soltar sues balões de ensaio, como se o Brasil fosse o laboratório do Professor Pardal. O PT conseguiu arruinar a economia brasileira em apenas uma década, mas mesmo assim a “companheirada” continua acreditando que o partido é uma reunião de herdeiros de Aladim e Messias.
Quando o Brasil se livrar “dessa gente” – assim Dilma se referia aos petistas nos tempos de PDT – é que será possível avaliar o tamanho do estrago patrocinado por Lula et caterva. O País viveu nesse período à sombra do populismo barato, o que de alguma forma permitiu ao PT avançar em seu projeto totalitarista de poder, cabendo agora aos brasileiros de bem a dura missão de impedir que essa ousadia chegue ao capítulo final.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Em Manaus, operário morre em acidente de trabalho na Arena da Amazônia

Segundo informações registradas no hospital, às 4h20, o operário trabalhava na cobertura do estádio quando um cabo rompeu e ele caiu na arquibancada.

Manaus – O operário Marcleudo de Melo Ferreira, de 23 anos, morreu na madrugada deste sábado (14), após cair da altura de 35 metros nas obras da Arena da Amazônia, estádio de Manaus para a Copa do Mundo de 2014. Ele foi encaminhado para o Hospital 28 de Agosto, mas não resistiu. O corpo aguarda a liberação do Instituto Médico Legal (IML). 
Segundo informações registradas no hospital, às 4h20, o operário trabalhava na cobertura do estádio quando um cabo rompeu e ele caiu na arquibancada.
Nesta manhã, os trabalhadores da obra foram orientados a voltar para casa. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Civil de Manaus e do Estado do Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio, trabalhar na Arena da Amazônia tem oferecido risco aos operários por conta do prazo estabelecido para a entrega do estádio. “Estão agilizando as obras sem se preocupar com os trabalhadores”, afirmou. “Ainda vão acontecer outros acidentes por causa da pressa”.
O coordenador da Unidade Gestora da Copa do Governo do Estado do Amazonas (UGP Copa), Miguel Capobiango Neto, reuniu nesta manhã com representantes de empresas que trabalham na obra. Por meio da assessoria de imprensa, ele informou que uma nota oficial sobre o acidente será apresentada às 11h.
Marcleudo de Melo Ferreira era natural de Limoeiro do Norte, Ceará, e estava com viagem marcada para passar as festas de fim de ano com a família. Ele faria aniversário neste domingo (15).
A Arena da Amazônia será inaugurada em janeiro e esta é a a segunda morte registrada de operário que trabalha nas obras. Em março deste ano, o pedreiro Raimundo Nonato Lima Costa, 49, morreu após sofrer um acidente também no estádio. De acordo com informações da Polícia Militar (PM) na época, Raimundo tentou  chegar até um andaime quando caiu de uma altura de aproximadamente cinco metros. O laudo do Instituto Médico Legal (IML)  apontou que o pedreiro sofreu traumatismo craniano.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Médicos e residentes do HUGV cobram liberação de recursos do Governo Federal

06 Dez 2013 . 11:16 h . Nathane Dovale .
 
Cerca de 150 pessoas fizeram uma manifestação em frente Hospital Universitário Getúlio Vargas. Eles reivindicam o aumento do valor liberado para R$ 12 milhões.
 
Manaus – Cerca de 150 pessoas, entre estudantes, médicos residentes e funcionários administrativos do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), fizeram uma manifestação, na manhã desta sexta-feira (6), em frente à sede localizada na Avenida Ayrão, Praça 14. Com a falta de recursos, cerca de 100 pessoas deixam de ser atendidas por semana, conforme disse o diretor do HUGV, Lourivaldo Rodrigues.

Com cartazes, com frases como 'Luto pela saúde', 'Dilma cuida da saúde' e 'Aqui no hospital não tem remédio', o grupo fez uma passeata ao redor do hospital. A categoria reivindica a liberação de recursos do Governo Federal para funcionamento do hospital.

Segundo Rodrigues, no fim da tarde de quinta-feira (5), a reitora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcia Perales, conseguiu R$ 3 milhões, mas o valor não é suficiente para pagamentos de contratos e alimentação.

"Temos que ter, até o final do mês, R$ 9 milhões para que os pacientes não sofram consequências. Com R$ 3 milhões, conseguimos comprar os remédios, mas não pagamos a alimentação, contratos entre outras coisas", afirmou.

O diretor do HUGV disse ainda que desde o dia 17 de abril a Universidade Federal do Amazonas sabia dos problemas futuros que o hospital passaria caso a verba não fosse liberada.

"A reitoria tomou a providência, mas não conseguiu liberar mais recursos em Brasília", comentou Rodrigues. "As internações e cirurgias estão paradas desde o dia 28 de novembro por falta de dinheiro. A previsão de normalizar é de 15 dias, pedimos desculpas a quem realmente precisa porque a culpa não é nossa, é governamental".

Conforme o diretor, os pacientes que não puderam ser atendidos no HUGV foram encaminhados para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mario Vianna, informou que a categoria esteve no local para apoiar a causa.

"Esta manifestação busca fazer com que o hospital continue a prestar serviço à sociedade, inclusive alguns médicos estão tirando dinheiro do bolso para alguns pacientes que estão internados. O HUGV chegou a praticamente zero no orçamento", enfatizou.
 
Fonte: http://www.d24am.com/noticias/amazonas/medicos-e-residentes-do-hugv-cobram-liberacao-de-recursos-do-governo-federal/101742

Será que os aeroportos vão ficar assim com a privatização??

SP: Metrô apresenta problemas
 
Atualizado: 06/12/2013 08:33 | Por Redação
 
A Linha 3-vermelha teve problemas nesta sexta-feira, 6, na estação Palmeiras-Barra Funda. Houve fumaça em salas técnicas da estação, que foi fechada. Por volta das 6h20, a estação voltou a funcionar.
 
Veja o vídeo http://estadao.br.msn.com/fotos/sp-metr%C3%B4-apresenta-problemas