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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

No rastro de grave crise, Dilma prepara novo pacote de maldades que prejudica o trabalhador

Pela culatra – Nove entre dez brasileiros falam do mesmo assunto: o impeachment de Dilma Rousseff, a reeleita presidente da República. Como tem afirmado o UCHO.INFO, apesar de pareceres de grandes juristas, não há por enquanto um fato determinado que permita a abertura de um processo de impeachment, que, é bom lembrar, depende de aprovação do Congresso Nacional, que continua nas mãos do governo do PT. Entre ter certeza de que Dilma é culpada pelo Petrolão e provar que isso aconteceu há uma enorme distância. Como indício não resulta em condenação, o melhor que os brasileiros de bem devem fazer é tomar como base a grave crise institucional que chacoalha o País. A roubalheira na Petrobras existiu de fato e a Operação Lava-Jato só foi possível porque o editor do site, juntamente com o empresário Hermes Magnus, denunciou o esquema de corrupção montado pelo então deputado federal José Janene (PP-PR), já morto, com o apoio do doleiro Alberto Youssef e a conivência explícita do Palácio do Planalto.
Não bastasse o maior escândalo de corrupção da história em todos os tempos (Petrolão), o governo petista de Dilma Rousseff insiste em sacrificar o trabalhador como forma de fechar as contas. Há algumas semanas, o ministro da Fazenda, Joaquim levy, anunciou um pacote de maldades com o intuito de aumentar a arrecadação, ao mesmo tempo em que avança nos cortes de gastos. Fora isso, Dilma decidiu cortar benefícios trabalhistas, contrariando discurso de campanha, quando usou a expressão "nem que a vaca tussa" para referir-se à inviolabilidade das conquistas dos trabalhadores.
Nesta segunda-feira (9), em visita à sede da Força Sindical, na capital paulista, o ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), disse que o governo federal prepara mais um pacote envolvendo programas trabalhistas, cujo resultado esperado é de R$ 10 bilhões neste ano, entre aumento de arrecadação e corte de gastos. Na lista de maldades estão o aumento de fiscalização nas empresas e a redução de despesas com programas relacionados à saúde do trabalho. Os detalhes do novo pacote serão anunciados em março.
Na sede da Força Sindical, o ministro ouviu muitas críticas ao governo por causa das regras trabalhistas que já foram alteradas, como seguro-desemprego e concessão de pensão por morte, entre outras.
De acordo com Manoel Dias, o governo espera arrecadar um valor extra de aproximadamente R$ 2,7 bilhões com reforço da fiscalização eletrônica, combatendo a inadimplência e fraude no pagamento de contribuições, como o FGTS.
Depois de quatro anos de um governo pífio, paralisado e corrupto, Dilma Rousseff resolve penalizar a classe trabalhadora, que nos últimos meses passou a conviver com o fantasma do desemprego. No momento em que o governo opta pelo endurecimento das regras trabalhistas, sem dar ao cidadão a contrapartida devida, significa que há algo muito errado no seio da administração federal.
Voltando ao tema que abriu esta matéria, a petista Dilma Rousseff pode acabar jogando a toalha por causa da crise institucional e da pressão popular, muito antes da conclusão de um processo de impeachment. Ademais, o ex-presidente Lula, o lobista de empreiteira, já começa a tratar do tema como se fosse uma tentativa de golpe da oposição e da imprensa.

Fonte: http://ucho.info/?p=89335

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Empresário denuncia que Lula e Dilma são os chefes do Petrolão

Foto: Empresário Auro Gorentzvaig que fez a denúncia ao MPF
 

Veja o vídeo aonde o empresário Auro Gorentzvaig diz que todas as determinações (roubos e falcatruas) na Petrobrás foram feitas a mando de Lula e Dilma Rousseff, e que os mesmos são os chefes do Petrolão.


A denúncia foi feita ao MP e afirma que a operação contava com o conhecimento da presidência da República.


Veja o vídeo http://videos.band.uol.com.br/programa.asp?e=noticias&pr=jornal-da-band&v=15362964


Impeachmet?

A palavra que assombra o PT começará a ser ventilada com mais frequência por aí. É inevitável que o debate vá para este lado. A convergência de vetores aponta nessa direção. O ex-presidente Collor caiu por conta de uma Fiat Elba, na verdade o "batom na cueca". Sabe-se que os motivos eram mais profundos e tinham ligação com a fragmentação da base aliada no Congresso e a péssima situação econômica.


Pois bem: nossa economia já está em crise, que vai se agravar nos próximos meses. A inflação deve rodar acima de 7% ao ano, o que ultrapassa o teto permitido pela elevada meta. A indústria só faz sangrar e começa a demitir mais gente. A atividade deve se contrair em 2015. Sim, a temida palavra, que Dilma descarta mas que se mostra cada vez mais provável: recessão!


Se a economia vai jogar mais lenha na fogueira, a política não fica atrás. A derrota humilhante do governo na eleição para presidente da Câmara mostra como será difícil para Dilma impor sua agenda ou evitar a da oposição. Eduardo Cunha é seu desafeto, e com fama de fisiológico. Alguns interpretam que isso significa apenas um preço mais alto para fechar acordos e garantir a "governabilidade". Mas outros acreditam que o buraco é mais embaixo.


No mais, a articulação política de Dilma é péssima. O historiador Marco Antonio Villa, em artigo publicado hoje no GLOBO, desce a lenha nos poderosos ministros escolhidos por Dilma, principalmente Mercadante. E constata que seu novo governo acabou antes mesmo de começar. Diz ele:


Isolada no Palácio do Planalto, a presidente perdeu a capacidade de iniciativa política. E pior: se cercou de auxiliares ruins, beirando o pusilânime. Nenhum governo sério pode ter na coordenação política Aloizio Mercadante. Na primeira presidência Dilma, ele ocupou três ministérios distintos e não deixou sequer uma simples marca administrativa. Foi um gestor de soma zero. Lula, espertamente, nunca o designou para nenhuma função executiva. Conhece profundamente as limitações do ex-senador e sabe o potencial desagregador do petista. Não satisfeita com a ruinosa escolha, Dilma nomeou para a coordenação política o inexpressivo e desconhecido Pepe Vargas. Não é a primeira vez que a presidente mete os pés pelas mãos ao formar sua equipe política. É inesquecível a dupla Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti, mas naquele momento a conjuntura política e o cenário econômico eram distintos.


Além da situação econômica cada vez pior, o que gera pressão popular por mudanças e perda de apoio de aliados tradicionais (só interessados nas boquinhas estatais), e da fragilidade da base aliada no Congresso, com um presidente independente (na verdade, hostil ao governo), resta sondar o aspecto jurídico. Um impeachment é uma decisão sempre política, mas precisa ter base legal para sustentá-lo.


Eis onde entra o parecer técnico dado pelo respeitado jurista Ives Gandra Martins. Em artigo publicado hoje na Folha, o advogado explica em pormenores seu parecer, mostrando que há, de fato, argumentos jurídicos para se falar em impeachment. Diz ele:


Ao interpretar o conjunto dos dispositivos citados, entendo que a culpa é hipótese de improbidade administrativa, a que se refere o artigo 85, inciso 5º, da Lei Suprema dedicado ao impeachment.


[...]


À luz desse raciocínio, exclusivamente jurídico, terminei o parecer afirmando haver, independentemente das apurações dos desvios que estão sendo realizadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público (hipótese de dolo), fundamentação jurídica para o pedido de impeachment (hipótese de culpa).


Não deixei, todavia, de esclarecer que o julgamento do impeachment pelo Congresso é mais político que jurídico, lembrando o caso do presidente Fernando Collor, que afastado da Presidência pelo Congresso, foi absolvido pela suprema corte. Enviei meu parecer, com autorização do contratante, a dois eminentes professores, que o apoiaram (Modesto Carvalhosa, da USP, e Adilson Dallari, da PUC-SP) em suas conclusões.


Ou seja, um time de peso já atesta que não é absurdo algum falar em impeachment do ponto de vista jurídico. A tendência é que o tema ganhe mais destaque nos próximos meses, quando o escândalo da Petrobras for mais conhecido nos seus detalhes, quando os efeitos dos "ajustes fiscais" surgirem com mais vigor, e quando o Congresso deixar ainda mais claro que não segue mais as ordens do Planalto.


Villa conclui que não faltará "agito" este ano, mas cobra uma postura diferente da oposição, que deveria ter aprendido com seus grandes erros de 2005:


Teremos um 2015 agitado, o que é muito bom. Nunca um governo na História da República esteve tão maculado pela corrupção, nunca. O que o Brasil quer saber é se a oposição estará à altura da sua tarefa histórica. Se não cometerá os mesmo erros de 2005, no auge da crise do mensalão, quando não soube ler a conjuntura e abriu caminho para a consolidação do que o ministro Celso de Mello, em um dos votos no julgamento do mensalão, chamou de "projeto criminoso de poder."


Rodrigo Constantino

 

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/corrupcao/impeachment/

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Dilma está só e refém dos ratos

2/2/2015 15:00
Celso Lungaretti, de São Paulo 

A presidenta Dilma vai ficando só e aumenta o risco do impeachment

O PT moveu céus, terras, cargos e recursos públicos na tentativa de impedir que a presidência da Câmara Federal passasse às mãos do rebelde Eduardo Cunha, do PMDB-RJ, tido como talvez favorável (não há certeza disto) à abertura de um processo de impeachment contra Dilma Rousseff.

Sofreu acachapante derrota. E já se comenta que aumentará o investimento em fisiologia, apostando alto para evitar o que pode ser apenas um fantasma a arrastar correntes nos seus pesadelos.

Mas, bem real é a lição deixada pela batalha perdida: quem acredita que conseguirá atravessar uma tempestade confiando em ratos, esquece que os roedores são os primeiros a abandonar barcos que estejam ou possam estar afundando. Então, por mais queijo que lhes dermos, na hora H poderão se bandear para o lado de um inimigo que ofereça mais.

Melhor fará Dilma, portanto, se não aumentar os lances nesse leilão de mafuá, mas, pelo contrário, confiar a sobrevivência do seu governo ao povo, reconquistando o apoio das ruas ao fazer o que o PT sempre prometeu que faria: o saneamento dos costumes políticos brasileiros.

Ou passará o restante do seu segundo mandato como refém da rataria… se não cair de podre pelo cominho.

Para quem é ou foi de esquerda, mais vale cair lutando, com a dignidade de um Salvador Allende, do que ser despachado com um pé na bunda, como o Fernando Collor.

Obs.: escrito e divulgado o texto acima, fiquei com uma incômoda sensação de déjà vu, como se algo me houvesse escapado. Até que a ficha caiu: tratava-se de uma possível semelhança com a manobra executada por outros ratos quando a ditadura militar chegava ao fim.

Em 1984, Tancredo Neves  tramou com parlamentares governistas, até então repulsivos capachos dos fardados, uma jogada para todos se darem bem na transição.

Primeiramente os ditos cujos (talvez o termo sujos lhes caia melhor…) ajudaram, com seus votos, a derrotar a emenda Dante de Oliveira, pois o restabelecimento das eleições diretas só beneficiaria um rival comum: Leonel Brizola, o franco favorito nas urnas.

Depois, desertaram do partido governamental (o PDS) e, sob a nova identidade de PFL, deram a Tancredo os votos necessários para ele vencer a disputa com Paulo Maluf no colégio eleitoral.

Como recompensa estipulada, tornaram-se sócios da Nova República. Como recompensa imprevista, a Presidência lhes caiu no colo, pois um dos seus, José Sarney (arenosoaté a medula, embora tenha escolhido o PMDB como seu novo abrigo), a acabou herdando com a morte de Tancredo.

O que acabamos de assistir na eleição da Câmara pode ter sido outro êxodo de ratos para garantirem sua continuidade no poder se este mudar de mãos.

E aí, claro, Cunha não seria nenhum rebelde, mas sim o pé que o PMDB fincou no governo que resultará de um eventual impeachment de Dilma, enquanto Michel Temer continua com seu pé bem fincado no governo atual.

Não esqueçam que estamos falando de ratos.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/dilma-esta-so-e-refem-dos-ratos/749294/?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=b20150203

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Oposição ironiza sumiço de Dilma: ‘coração valente amarelou’

 

© Foto: Eraldo Peres/AP O presidente do PSDB, Aécio Neves, diz que os brasileiros assistem "perplexos" anúncio de medidas de responsabilidade da presidente.

 

Agência O Globo 

 

BRASÍLIA - Líderes da oposição ironizaram o fato de a presidente Dilma Rousseff, personificada na campanha como "coração valente", não ter tido coragem de aparecer em público para justificar, perante a Nação, as duras medidas para reequilíbrio das contas públicas anunciadas, nos últimos 21 dias de sumiço, pelo ministro da Fazenda Joaquim Levy. Como presidente eleita, dizem, ela teria obrigação de defender as medidas, mesmo que impopulares e contrárias ao que prometeu durante a campanha. O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), diz que os brasileiros assistem "perplexos" o anúncio de medidas para corrigir erros que são de exclusiva responsabilidade do governo de Dilma, e que ela não apareceu para assumir a gravidade da crise .

 

— Hoje falta coragem a presidente da República para ela mesma, olhando nos olhos dos brasileiros, dizer que as medidas estão sendo tomadas, aumento da carga tributária e supressão de direitos trabalhistas, são consequência dos inúmeros equívocos do seu governo. As responsabilidades sobre essas medidas não podem ser terceirizadas. A responsabilidade pelo que acontece hoje no Brasil é exclusiva da presidente Dilma e do seu governo — cobrou Aécio, em vídeo divulgado hoje.

 

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), disse que Dilma "tomou chá de sumiço" e mostrou falta de estofo de estadista. O senador eleito, Ronaldo Caiado (DEM-GO), disse que a coração valente "amarelou" e o presidente da legenda, Agripino Maia (RN), disse que a presidente se esconde por "constrangimento" de negar as propostas com as quais foi eleita.

O democrata Ronaldo Caiado disse também que , enquanto Dilma está sumida e não se pronuncia, o ministro das Minas e Energia , Eduardo Braga, e o diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, dão explicações desencontradas e "batem cabeça" na tentativa de negar o racionamento de energia elétrica.

 

— A presidente Dilma tem que dar uma explicação geral a Nação, não pode simplesmente se esconder ao longo de 21 dias em que o povo foi bombardeado com notícias ruins. Sei que é uma situação difícil de ser explicada. Mas cadê o coração valente? Amarelou? — criticou Caiado.

 

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), disse que a credibilidade de alguém que exerce função da relevância de um presidente da República,especialmente em momentos difíceis da vida de um Pais , depende da lealdade para com os cidadãos e da coragem de explicar com clareza sua visão dos problemas e suas propostas para superá-los.

 

— Dilma esquivou-se de fazê- lo na campanha e ,na Presidência, tomou chá de sumiço quando chegou a hora da verdade: decididamente não tem estofo de estadista — comentou Nunes Ferreira.

 

O presidente do Democratas, Agripino Maia, disse que todo líder tem de assumir posições, mas a presidente Dilma não está vindo a público desde que o pacote de aumento de impostos e corte de benefícios trabalhistas foi anunciado "por constrangimento da quebra da palavra". Ele que Dilma assumiu uma posição "escapista" e está delegando a Joaquim Levy, que não foi eleito para isso, tomar as decisões que acha que deve, independente das propostas apresentadas ao eleitor que lhe deu o voto acreditando nelas.

 

— Tudo que Dilma não é, é coração valente. Isso é tão verdade como a vaca tossir. Desaparecendo, ela está negando a capacidade de liderar o País. Um líder de verdade, ao invés de se esconder por quase um mês, assumiria as posições e as defenderia. Dilma está transferindo o governo para terceiros — disse Agripino.

 

Líderes e parlamentares da base governista e do PT foram procurados, mas preferiram não comentar o sumiço da presidente Dilma nesse momento político delicado.

 

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/oposi%c3%a7%c3%a3o-ironiza-sumi%c3%a7o-de-dilma-%e2%80%98cora%c3%a7%c3%a3o-valente-amarelou%e2%80%99/ar-AA8rV9Y?ocid=mailsignoutmd

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Volkswagen demite 800 empregados de fábrica no ABC

Em 2013 e 2014, porém, as vendas de veículos no país amargaram queda e a expectativa é de nova redução neste ano

 
6/1/2015 17:14
Por Redação, com Reuters - de São Paulo
 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015