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sábado, 14 de dezembro de 2013

Em Manaus, operário morre em acidente de trabalho na Arena da Amazônia

Segundo informações registradas no hospital, às 4h20, o operário trabalhava na cobertura do estádio quando um cabo rompeu e ele caiu na arquibancada.

Manaus – O operário Marcleudo de Melo Ferreira, de 23 anos, morreu na madrugada deste sábado (14), após cair da altura de 35 metros nas obras da Arena da Amazônia, estádio de Manaus para a Copa do Mundo de 2014. Ele foi encaminhado para o Hospital 28 de Agosto, mas não resistiu. O corpo aguarda a liberação do Instituto Médico Legal (IML). 
Segundo informações registradas no hospital, às 4h20, o operário trabalhava na cobertura do estádio quando um cabo rompeu e ele caiu na arquibancada.
Nesta manhã, os trabalhadores da obra foram orientados a voltar para casa. Conforme o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Civil de Manaus e do Estado do Amazonas (Sintracomec-AM), Cícero Custódio, trabalhar na Arena da Amazônia tem oferecido risco aos operários por conta do prazo estabelecido para a entrega do estádio. “Estão agilizando as obras sem se preocupar com os trabalhadores”, afirmou. “Ainda vão acontecer outros acidentes por causa da pressa”.
O coordenador da Unidade Gestora da Copa do Governo do Estado do Amazonas (UGP Copa), Miguel Capobiango Neto, reuniu nesta manhã com representantes de empresas que trabalham na obra. Por meio da assessoria de imprensa, ele informou que uma nota oficial sobre o acidente será apresentada às 11h.
Marcleudo de Melo Ferreira era natural de Limoeiro do Norte, Ceará, e estava com viagem marcada para passar as festas de fim de ano com a família. Ele faria aniversário neste domingo (15).
A Arena da Amazônia será inaugurada em janeiro e esta é a a segunda morte registrada de operário que trabalha nas obras. Em março deste ano, o pedreiro Raimundo Nonato Lima Costa, 49, morreu após sofrer um acidente também no estádio. De acordo com informações da Polícia Militar (PM) na época, Raimundo tentou  chegar até um andaime quando caiu de uma altura de aproximadamente cinco metros. O laudo do Instituto Médico Legal (IML)  apontou que o pedreiro sofreu traumatismo craniano.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Médicos e residentes do HUGV cobram liberação de recursos do Governo Federal

06 Dez 2013 . 11:16 h . Nathane Dovale .
 
Cerca de 150 pessoas fizeram uma manifestação em frente Hospital Universitário Getúlio Vargas. Eles reivindicam o aumento do valor liberado para R$ 12 milhões.
 
Manaus – Cerca de 150 pessoas, entre estudantes, médicos residentes e funcionários administrativos do Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), fizeram uma manifestação, na manhã desta sexta-feira (6), em frente à sede localizada na Avenida Ayrão, Praça 14. Com a falta de recursos, cerca de 100 pessoas deixam de ser atendidas por semana, conforme disse o diretor do HUGV, Lourivaldo Rodrigues.

Com cartazes, com frases como 'Luto pela saúde', 'Dilma cuida da saúde' e 'Aqui no hospital não tem remédio', o grupo fez uma passeata ao redor do hospital. A categoria reivindica a liberação de recursos do Governo Federal para funcionamento do hospital.

Segundo Rodrigues, no fim da tarde de quinta-feira (5), a reitora da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Márcia Perales, conseguiu R$ 3 milhões, mas o valor não é suficiente para pagamentos de contratos e alimentação.

"Temos que ter, até o final do mês, R$ 9 milhões para que os pacientes não sofram consequências. Com R$ 3 milhões, conseguimos comprar os remédios, mas não pagamos a alimentação, contratos entre outras coisas", afirmou.

O diretor do HUGV disse ainda que desde o dia 17 de abril a Universidade Federal do Amazonas sabia dos problemas futuros que o hospital passaria caso a verba não fosse liberada.

"A reitoria tomou a providência, mas não conseguiu liberar mais recursos em Brasília", comentou Rodrigues. "As internações e cirurgias estão paradas desde o dia 28 de novembro por falta de dinheiro. A previsão de normalizar é de 15 dias, pedimos desculpas a quem realmente precisa porque a culpa não é nossa, é governamental".

Conforme o diretor, os pacientes que não puderam ser atendidos no HUGV foram encaminhados para o Sistema Único de Saúde (SUS).

O presidente do Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam), Mario Vianna, informou que a categoria esteve no local para apoiar a causa.

"Esta manifestação busca fazer com que o hospital continue a prestar serviço à sociedade, inclusive alguns médicos estão tirando dinheiro do bolso para alguns pacientes que estão internados. O HUGV chegou a praticamente zero no orçamento", enfatizou.
 
Fonte: http://www.d24am.com/noticias/amazonas/medicos-e-residentes-do-hugv-cobram-liberacao-de-recursos-do-governo-federal/101742

Será que os aeroportos vão ficar assim com a privatização??

SP: Metrô apresenta problemas
 
Atualizado: 06/12/2013 08:33 | Por Redação
 
A Linha 3-vermelha teve problemas nesta sexta-feira, 6, na estação Palmeiras-Barra Funda. Houve fumaça em salas técnicas da estação, que foi fechada. Por volta das 6h20, a estação voltou a funcionar.
 
Veja o vídeo http://estadao.br.msn.com/fotos/sp-metr%C3%B4-apresenta-problemas

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"PT é organização criminosa e Lula age como capo mafioso", afirma Lorenzoni

Imagem: Reprodução / Youtube
 
O deputado Onyx Lorenzoni fez um discurso em que afirmou que o PT tornou-se uma
organização criminosa e que Lula age como capo mafioso.
 
O vídeo foi elogiado na coluna de Rodrigo Constantino, da revista Veja, que o
chamou de "um belo e corajoso discurso (...) onde todos os pingos são colocados
nos "is". 
 
Assista ao vídeo abaixo:
 http://www.youtube.com/embed/C-a0Cmt3PFw? 
 
Fonte: http://www.folhapolitica.org/2013/11/pt-e-organizacao-criminosa-e-lula-age.html

2 mortes são confirmadas no acidente que derrubou um pedaço do Itaquerão

Publicada em 27/11/2013 12:39:34
 
Um grave acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (27/11) nas obras da Arena Corinthians em Itaquera. Na hora da colocação do último módulo da construção no setor Sul, a estrutura metálica acabou se soltando e uma grua caiu em cima do painel de LED.
 
A Odebrecht, construtora responsável pela obra, confirma a morte de ao menos dois operários. O Corpo de Bombeiros inicialmente falava em três vítimas. Funcionários diziam que eram quatro os mortos.
 
Ao iG Esporte, o Major Mauro Lopes, integrante da comunicação social da Polícia Militar de São Paulo, afirmou mais tarde que duas pessoas foram mortas, um operário e o motorista de um caminhão. A informação foi confirmada também pelo Corpo de Bombeiros e Secretaria Municipal de Saúde. Uma terceira vítima foi socorrida, mas seu estado de saúde ainda não foi confirmado.
 
O Corpo de Bombeiros de São Paulo anunciou, via Twitter, a ocorrência na Avenida Miguel Inácio Curi, 900, e pediu o envio de helicópteros ao local, aconteceria uma cerimônia pouco depois do acidente, de acordo com informações do iG São Paulo.  Isso porque a peça que desabou seria a última parte da estrutura do estádio a ser posicionada, marcando simbolicamente o fim das obras.
 
Após o acidente, o estádio foi evacuado e todas os trabalhos paralisados.
 
O guindaste sob a estrutura era considerado o maior do País. A peça possuia 114 metros de altura com capacidade para suportar até 1.500 toneladas e atingiu dois andares de arquibancada.
 
Ouvido pelo G1, um dos operários da obra do estádio do Corinthians José Mário da Silva ,48 anos, afirmou que a maioria dos funcionários estava em horário de almoço quando aconteceu o acidente, o que pode ter evitado um número maior de mortes.
 
Veja também
 -- Torcedores rivais do Corinthians lamentam
 
O estádio será palco da abertura da Copa do Mundo, sediará outros três jogos da primeira fase, uma partida das oitavas de final e uma das semifinais do Mundial. Sede de São Paulo na Copa do Mundo, a Arena Corinthians tinha entrega prevista para 31 de dezembro de 2013.
 
Momentos antes do acidente, quando o guindaste levantava uma estrutura
 Foto: Reprodução Facebook/Gerson Mendes Faria
 
Antes do acidente, o Corinthians havia anunciado que iria fazer o primeiro jogo no estádio dia 25 de janeiro, quando se comemora o aniversário de 460 anos de São Paulo.
 
Segundo relatos da Folha de São Paulo, o ex-presidente corintiano e responsável pelas obras da arena, Andres Sanchez, e seguranças, agrediram o repórter Daniel Vasquez, da Folha, após o acidente no Itaquerão.
 
"Eles pegaram o celular do repórter, deram socos para quebrá-lo e depois o obrigaram a apagar todas as fotos tiradas do ocorrido. Depois, o expulsaram do canteiro de obras, onde Vasquez estava trabalhando."
 
@beltraoamanda/Reprodução Instagram
 
O Corinthians publicou uma curta nota, em seu site oficial, às 13h40: "A diretoria do Sport Club Corinthians Paulista vem público lamentar profundamente o acidente ocorrido há pouco na Arena Corinthians. Não existem outras informações no momento".
 
Às 14h35, emitiu uma segunda nota: "Devido ao acidente ocorrido nas obras da Arena Corinthians na tarde desta quarta-feira (27), o Sport Club Corinthians Paulista decreta sete dias de luto."
 
O presidente da Fifa Joseph Blatter e o secretário-geral da entidade Jeróme Valcke lamentaram o acidente ocorrido nas obras da Arena Corinthians no início da tarde desta quarta-feira. Por meio de seus Twitter, os dirigentes se disseram chocados e que estão aguardando detalhes das autoridades que investigam a tragédia.
 
"Estou profundamente triste com a morte trágica de trabalhadores da Arena Corinthians hoje. Nossas condolências estão com as famílias", publicou Blatter na rede social.
 
"Extremamente chocado com as notícias de São Paulo. Nossos pensamentos estão com as famílias das vítimas deste acidente. Nós estamos no momento aguardando mais detalhes das autoridades, que estão investigando este trágico acidente", escreveu Valcke.
 
Este foi o terceiro acidente com mortes em estádios que estão sendo construídos ou reformados para a Copa do Mundo de 2014. O primeiro aconteceu no Estádio Mané Garrinhcha, em Brasília. Em junho de 2012, um operário de 21 anos caiu de 30 metros de altura. Na Arena da Amazônia, em Manaus, em março deste ano, outro trabalhador caiu de uma altura de cinco metros, e também morreu.
 
Leia mais
 -- Obra do Itaquerão será suspensa
 
Conheça o Itaquerão
 
Com capacidade para 48 mil lugares (na Copa serão 68 mil, graças à colocação de mais 20 mil assentos removíveis), o estádio tem obras orçadas em R$ 820 milhões e já empregou, no pico dos trabalhos, em novembro de 2012, cerca de 2.350 operários.
 
Veja o vídeo http://www.youtube.com/embed/081xwG6Ip_A
 
Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2013/11/27/acidente-em-estadio-para-copa-do-mundo-2014-deixa-1-operario-morto