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Este blog é para mostrar que nunca mais precisamos de Bolsonaro como presidente do Brasil.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Assinem o abaixo-assinado pelo Impeachment da Dilma
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Arnaldo Jabor URGENTE...
Eu, Arnaldo Jabor venho sofrendo ameaças de forma não mais velada...mas clara....Mas, como jornalista independente que sou, não me furtarei a falar a verdade...a externar o sentimento do povo, mesmo que isto custe um preço alto...Afinal de contas estamos precisando no Brasil de Militares corajosos...médicos corajosos....Jornalistas corajosos.....Padres corajosos... Pastores corajosos... cidadãos corajosos....todos nesse momento crucial do país. Todos têm que dar sua forma de colaboração contra um sistema de governo que escraviza o capital trabalhador em detrimento do capital externo...Não tenho e não terei medo de morrer....Meu pai Carlos Jabor ja dizia: "MORRA PELA VERDADE, MAS NÃO VIVA PELA MENTIRA!
Povo brasileiro chegou o momento das manifestações legítimas e de exigirmos a saída dessa mulher que se chama Dilma Roussef e que atrasou o pais em mais de 50 anos....
Contem comigo....
contem com meus filhos Kátia e Arnaldinho...Contem com minha esposa.....
Avante povo brasileiro!!!...
Arnaldo Jabor.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
OPOSIÇÃO MULTIPARTIDÁRIA LANÇA MOVIMENTO PRÓ-IMPEACHMENT DA DILMA NA CÂMARA
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Dívida pública federal sobe para R$ 2,6 trilhões; número preocupa por causa da estagnação econômica
Nas alturas – De acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (24) pela Secretaria do Tesouro Nacional, em julho deste ano a dívida pública federal, que inclui os endividamentos interno e externo do governo, registrou aumento de 0,78%, ou seja, subiu para R$ 2,6 trilhões. No mês anterior o endividamento público estava em R$ 2,58 trilhões.
Em julho foram emitidos R$ 51,24 bilhões em papéis da dívida federal, ao mesmo tempo em que foram pagos R$ 71,06 bilhões. Desta forma, o resgate líquido somou R$ 19,82 bilhões. Ao mesmo tempo, as despesas com juros totalizaram R$ 40 bilhões.
Os números oficiais mostram que o aumento da dívida em julho de 2015 está relacionado à apropriação de juros sobre o estoque do endividamento brasileiro, já que eles foram superiores ao resgate líquido de títulos.
Conforme a Secretaria do Tesouro Nacional, a dívida pública pode chegar ao patamar máximo de R$ 2,6 trilhões no fim de 2015, isto é, R$ 305 bilhões a mais em relação ao fechamento do ano passado.
O Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública, feito pelo Tesouro Nacional, ainda estabelece um piso de R$ 2,45 trilhões para o débito público no fim deste ano, o que representaria uma alta de R$ 155 bilhões em comparação com dezembro de 2014.
Os vencimentos de títulos públicos previstos somam R$ 571 bilhões este ano, ao mesmo tempo em que os encargos da dívida pública totalizam R$ 63 bilhões. Entretanto, o governo prevê o uso de R$ 147,1 bilhões em recursos orçamentários para pagar os vencimentos em 2015.
Os números do governo federal, calculados após a contabilização dos contratos de swap cambial, mostram que o estoque de títulos prefixados (papéis que têm a correção determinada no momento do leilão) somou R$ 1,06 trilhão em julho, ou 42,93% do total, contra R$ 1,08 trilhão, ou 44% do total, em junho.
Por sua vez, os títulos atrelados aos juros básicos da economia (os pós-fixados) tiveram sua participação reduzida no mês passado. No fim de julho, estes títulos públicos representavam 6,8% do estoque total da dívida interna, ou R$ 168 bilhões, contra 7,46% do total (R$ 183 bilhões) em junho.
A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação) somou 34,72% em julho de 2015, ou R$ 859 bilhões, contra 34,23% do total em junho de 2014 – o equivalente a R$ 842 bilhões.
Já os ativos indexados à variação da taxa de câmbio somaram 15,55% do total (R$ 384 bilhões) no mês passado, contra R$ 351 bilhões, ou 14,27% do total, em junho deste ano. O aumento da dívida atrelada ao dólar se deve à emissão de contratos de swap cambial – que funcionam como uma venda de dólares no mercado futuro (derivativos) para evitar uma alta maior na cotação do dólar.
Os swaps cambiais são contratos para troca de riscos. O Banco Central oferece um contrato de venda de dólares, com data de encerramento definida, porém não entrega a moeda norte-americana. No vencimento deles, o BC se compromete a pagar uma taxa de juros sobre valor dos contratos e recebe do investidor a variação do dólar no mesmo período. É uma forma de a instituição garantir a oferta da moeda norte-americana no mercado, mesmo que para o futuro, e controlar a alta da cotação.
O programa de oferta diária de swaps cambiais, que vigorava desde agosto de 2013, venceu no dia 31 de março. O Banco Central, no entanto, informou que iria renovar integralmente os contratos que vencem a partir de 1º de maio, "levando em consideração a demanda pelo instrumento e as condições de mercado".
Conforme a instituição, os leilões de venda de dólares com compromisso de recompra "continuarão a ser realizados em função das condições de liquidez do mercado de câmbio".
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